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Home A Hípica
Quem somos

A nossa equipe

Ter um cavalo e/ou saber montar  é um sonho de muitas pessoas e a gente trabalha para realizar este sonho cuidando de todos os detalhes que poderiam atrapalhar. O cavalo é um animal maravilhoso, mas além de ser grande demais para ter no quintal de casa, tem uma natureza muito diferente do cachorro. Por isso, muitas vezes, é tido como bravo e, na verdade, é só diferente.

Nós temos os dois serviços, ensinamos a montar e temos pensão para cavalos de terceiros.

Estou no ramo há 20 anos, entre aulas de equitação e amor aos cavalos. Antes sozinha e agora com meu irmão como meu sócio, nossa parceria veio para melhorar ainda mais nosso serviço, pois somos como a teoria e a prática: um explica e o outro mostra. Paralelos, na mesma direção, mas duas linhas diferentes.

Falando primeiro da turma da pensão:

Eu sou a proprietária de cavalos mais chata que existe na face da Terra, dito e confirmado por vários envolvidos: tratadores, motoristas, ferreiros. Por isso, quem passou no teste e cuida do meu cavalo, você pode confiar!

Ao longo dos anos nossa equipe foi se formando e hoje temos segurança em dizer: com a gente seu cavalo será bem tratado, pois todos os envolvidos GOSTAM DO BICHO!

 Os tratadores são pessoas que gostavam de cavalo antes e começaram a trabalhar em hípica com a gente. Então aprenderam a trabalhar do nosso jeito, dentro dos nossos princípios.

Ah, vale lembrar que dentro dos nossos princípios o nosso cliente é o cavalo, não o dono... Mas assim o dono sempre fica feliz.

Tonho - é o “Baiano do França”. O França é uma cidade que eles falam tanto que eu quero ir lá, mas é longe toda vida. Depois de Salvador, você ainda anda 4 horas para o interior.  Tem festa demais e tem um rio que deve ser muito bom.  O Tonho é disputado por todos: em poucos dias conquista o dono de qualquer cavalo. Se você diz gosto de laranja, quando você desce do carro, seu cavalo está com a manta laranja. Ele fica atento a todos os detalhes e se desdobra para agradar.  

Barão (pois é, temos um nobre de tratador!! Ele se chama André, mas só é conhecido como Barão.) Super prestativo, sempre sorrindo e muito eficiente. O Barão é irmão da Vanessa, que é esposa do Nego, que é irmão da Andrea, que é esposa do Tonho! É, somos uma grande família. Família Moinho Velho!

Tidinho - um grande coração! – É amigo de infância do Tonho. Às vezes pode ser meio pirracento, mas é contornável. Se um bicho passa mal, ele sofre mais que o próprio bicho...

Betinho... o que dizer? Nunca atrasa, nunca vi selar um cavalo tão rápido, nunca pede ajuda e ainda assim, tudo está sempre feito. E ele ainda acha tempo de correr daqui para lá e de lá pra cá o tempo todo! Irmão do Tonho e tratador dos cavalos da escola.

Além dos tratadores temos a turma que vem e vai. O ferreiro, o veterinário e o motorista do caminhão. Como eu já disse, não sou uma proprietária fácil... E como tal demorei muito para confiar e estabilizar uma relação com esses profissionais. A coisa é tão gritante que quando eu era pequenininha meu pai tinha que ferrar meu cavalo escondido. Eu  nem sabia por que, mas já reclamava.

Como ferreiro, quem atende nossos cavalos é o Du de São Roque. O Du é o guerreiro que nunca nos deixou na mão! Ele vem toda semana, até na semana entre Natal e Ano Novo... Quem tem cavalo sabe o que uma ferradura perdida entre Natal e Ano Novo pode significar. Se um cavalo mancar depois da troca de ferradura, pois pode acontecer com qualquer um, eu ligo e digo: (fingindo que eu não sei que ele já está em casa, que é a 50 km da hípica...) - Du!! O cavalo mancou!! Você pode vir até aqui, agora, para dar uma desapertada na ferradura? - Ele diz, meio murcho claro: - Posso Paula... Tô indo... 

E vem mesmo. Isso vale muito!! Quem tem cavalo, sabe.

O veterinário... É O CARA!! Ele diz que vem amanhã de manhã, mas não fala amanhã de que dia. Enrola tanto que, às vezes, pergunto se ele está vindo a pé do Paraná... Mas só quando o caso não tem pressa. Se o caso for emergência... O cara aparece do além!! Cólica, cortes profundos que não param de sangrar e outras coisinhas que um dono de cavalo conhece bem. Ele chega rápido e é conhecido por salvar casos que não tem solução, sempre de bom humor. Ah, para vocês reconhecerem: ele tem a língua presinha... Bem presinha... Mas e daí?? Ele não fala o “R” direito, mas ELE não tá nem aí!!! Nem eu. Já vi ele salvar tantos cavalos que quando ele vem à pé do Paraná eu brigo bem pouquinho.

Motorista de caminhão: já fez parte de alguns pesadelos meus e de muitas noites mau dormidas... Uma curva mal feita, uma lombada de mau jeito e o seu querido amiguinho está com um corte e não pode pular a prova. Por isso, eu já briguei com muitos... Mas os que sobraram são muito bons!! Hum... mas não são muitos, bem... Principalmente dois. O Du, que é também o ferreiro e o Cantídio.

O Cantídio é pai do Felipão, que foi nosso motorista por muitos anos, mas agora mudou de ramo. Mas seu pai está aqui para não nos deixar na mão.

Falando de bem estar de cavalos, não podemos esquecer dos fornecedores. É ração, feno, serragem, medicamentos. E quando você precisa de um remédio, é para ontem.  Ração, feno e serragem não podem atrasar, afinal, os cavalos não podem mudar alimentação de uma hora para outra, pois são animais muito sensíveis. A ração tem que ser a mesma, na mesma hora, todos os dias. A rotina é um fator muito importante para a saúde do cavalo. Demoramos anos para achar bons fornecedores, mas agora estamos bem servidos pela Agrocompany no setor de rações e medicamentos, pelo José Roberto Laffront no feno e a serragem... só Deus sabe quando vamos conseguir que o Olavo entregue!! Mas a serragem é da melhor qualidade possível. Ele entrega todo mês, mas nunca no mesmo dia, nem na mesma hora e muito menos quando ele diz que vem!! Mas... paciência.

Na turma da escola temos dois professores,um ajudante de professor(Tonho) um tratador e dez cavalos. 

Os professores são: Eu (Ana Paula Sedó Perracini), o Nando (Fernando Veiga Perracini), que é meu irmão e sócio.

 Temos como objetivo na escola formar cavaleiros e amantes do cavalo, embasados nos princípios da equitação que é uma arte milenar, praticada no mundo inteiro e no respeito ao cavalo e suas necessidades. 

Os cavalos são parte da equipe e uma parte muito importante. Eles também tem que gostar de ensinar, sabiam? E tem que ter paciência, senão não servem... Até suas manias e dificuldades ajudam a formar os cavaleiros, pois cada cavalo é de um jeito e oferece diferentes dificuldades.

O Vovô é o querido dos pequenininhos. Ele não gosta muito de adultos e é muito friorento. É muito sensível e obediente, mesmo que seu cavaleiro não tenha pernas compridas o suficiente para tocar ele para frente. Basta uns beijinhos que ele anda.

O Disc é o que está comigo há mais tempo. Ele deve ter uns 20 anos, é um cara meio chato, mas faz um pouquinho de tudo. Salta, faz adestramento, foi de volteio enquanto a gente estava fazendo volteio e já fez equoterapia. Tem uma mania muito chata de tentar tirar a rédea da sua mão... Mas colocamos uma rédea de atar nele e ele fica bonzinho.

Uanana - Essa eu ganhei. E quando olhei para ela: reconheci! Ela foi nossa, a gente vendeu e ela se chamava Cinderela. E agora é nossa de novo. Eu preferia o nome antigo, mas ela é tão querida que tanto faz o nome.

Chocolate é um pôney metido toda vida. É um pequeno cavalo, mas pensa que é enorme! Solto é danado! Faz um teatro que todos ficam com medo. Montado é um ótimo saltador mas, às vezes, quer refugar o obstáculo mais bobo da prova, só para deixar a gente de pernas bambas...

Fabulosa é a irmã do Chocolate. Ah, eles são da raça Morgan. A Fabu é mais conhecida como fabulenga... Ela é muito preguiçosa e só anda se o cavaleiro for realmente convincente. Senão, ela masca o bridão e não sai do lugar. Se o aluno desce, ela já troca as orelhas e faz cara de “Xi...me enrolei”. O professor monta e e ela sai correndo. “Olha como eu já estava obedecendo!” - ela diria se falasse...

Lady Paula e Lady Paty - Já fazem parte de um novo projeto. Ter cavalos treinados do nosso jeito para ensinar os nossos alunos. Comprei as duas com quatro anos no Haras Iperó, recém domadas. Ambas são anglo- árabes. Treinei as duas por mais ou menos um ano e depois coloquei na escola.

São completamente diferentes de personalidade. A Paula é amada por todos, desde iniciantes aos avançados. É prestativa, adora saltar e tem um galope muito gostoso. Só não gosta muito de adestramento, pois tem uma conformação meio invertida no pescoço.

A Paty é muito boa de adestramento. Tem uma andadura linda e salta até um metro em prova. Mas é meio preguiçosa. Não gosta muito de iniciantes.

 

 

Harbin- É um puro sangue árabe que originalmente é do meu pai... Mas como ele não estava andando... Eu roubei para a escola!

 Enfim, além de uma escola de equitação, nossa hípica é também um espaço que proporciona a construção de amizades entre alunos, professores, tratadores, motoristas, veterinários e, é claro, com nossa maior paixão: CAVALOS!

 

FIM!!!

 

 

 
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